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História de cliente · Logística e armazém

"O nosso parceiro fixo desistiu.
A FlexHero ligou ao sábado."

Marleen Bakker dirige operações na Bossers & Cnossen Verpakkingen, em Veendam — especialista em embalagens alimentares para mercados de exportação. O 4.º trimestre de 2025 significou +30% de volume, um parceiro ETT habitual que se retirou no momento crítico, e nove condutores de empilhador que tinham de estar lá de repente.

SectorLogística · embalagem alimentar
LocalizaçãoVeendam
Pedido9 condutores · reach + EPT
Prazo de entrega11 dias, em duas vagas
Empilhadores em centro de distribuição
São 22:47 de uma sexta-feira quando mando WhatsApp à Filipa. Resposta em quatro minutos. Sem "vemos segunda." Mas: "amanhã às 9 ligo-te."— Marleen Bakker, directora de operações Bossers & Cnossen

O que se passou no Q4?

Tínhamos um grande retalhista a entrar como cliente novo. Volume +30% em Outubro-Dezembro, sobretudo embalagem de exportação para a época festiva. Víamo-lo a chegar, pensávamos que o nosso parceiro — uma grande ETT com a qual trabalhamos há seis anos — aguentaria o ritmo. Em Outubro chegou-me um e-mail: não conseguiam "servir-nos no volume pedido" por pressão noutro grande cliente. A quatro semanas do pico. Ficamos pendurados.

Como chegaste à FlexHero?

Recomendação de um colega de operações na Wagenborg. Disse-me: "liga à Filipa, não às vendas." Escrevi-lhe pessoalmente numa sexta à noite. Resposta em quatro minutos — não "vemos segunda" mas "amanhã às 9 ligo-te." No sábado uma hora ao telefone — perguntou pelo tipo de empilhadores (reach, EPT, contrapeso), pelo layout do armazém, pelos picos diários, pelas línguas dos nossos chefes de turno. Segunda às nove havia uma primeira lista de cinco. Terça começaram os três primeiros.

Porque sente diferente do parceiro anterior?

O volume passou a ser problema deles, não nosso. Com o anterior tinha de negociar todos os meses o que "conseguiam libertar". Com a FlexHero é diferente: dizem à partida o que te reservam e se não bater certo avisam proactivamente — não num Excel três semanas tarde. E se há um problema recebo uma chamada, não um número de ticket. Parece pequeno, poupa-me horas por semana.

Tinham expectativas quanto à certificação dos empilhadores?

Sim, era crítico. Trabalhamos com auditorias SQAS para food, portanto cada condutor tem de ter certificado válido e conhecer protocolos de higiene. A FlexHero entregou pessoas com o papel certo e aceitou a formação no terreno. A dois romenos e um polaco mandámo-los depois para a nossa formação reach — a FlexHero pagou essas horas. Não é normal no nosso sector.

O que correu mal e o que aprenderam?

Um dia, a meio de Novembro, um condutor não apareceu. Carro avariado, má cobertura. Não foi culpa da FlexHero mas custou-nos meio turno. Desde então têm um grupo de reserva para a nossa localização: duas pessoas que entram numa hora. Terem proposto isto eles próprios — pesa. Não tivemos de pedir.

Há quanto tempo trabalham juntos?

Nove meses. Oito dos nove originais ainda estão. Dois queremos passar a efectivos. Já estendemos a colaboração a operadores de produção — quatro mais, também via FlexHero. Desde o Q1 estamos a sair da relação com o parceiro anterior.

O que diria a outros directores de operações?

Testem-nos no trimestre mais difícil, não no mais calmo. E vejam sobretudo como reagem quando algo corre mal — não como tudo é fluido quando corre bem. Qualquer um faz um bom mês. A pergunta é: quem atende quando é o mês mau?

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