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História de cliente · Indústria transformadora

"Ligamos às 16:00,
na segunda estão cá."

Sander Hofman é gestor de produção na Lammers Metaal, em Helmond — uma empresa familiar com 84 trabalhadores fixos que fornece chapa e conjuntos à construção de máquinas. Desde 2022 contrata profissionais através da FlexHero.

SectorChapa e conjuntos
LocalizaçãoHelmond
Juntos desdeMarço 2022
Colocações18 (6 efectivos)
Fábrica Lammers Metaal
Ligamos à FlexHero às 16:00 e na segunda temos perfis em cima da mesa. Esse ritmo não se espera de uma ETT.— Sander Hofman, gestor de produção Lammers Metaal

Como chegaram à FlexHero?

Honestamente, por decepção. Tínhamos uma grande ETT nacional — não vou dizer o nome. No papel, bem; na prática, um desastre. Pedíamos um operador CNC, mandavam um operário de produção. Pedíamos um soldador, vinha alguém que nunca tinha trabalhado com MIG/MAG. Cheguei a pensar: é melhor procurar eu próprio. Um colega da Variass recomendou-me a FlexHero. Uma chamada com Pieter Bakker e notei a diferença. Perguntou pelo comando da nossa Mazak, pelo tempo de ciclo, pelos desenhos. Nada de discurso comercial.

Qual foi o primeiro pedido?

Abril de 2022. Tínhamos uma grande encomenda e faltavam-nos dois operadores CNC. Liguei ao Pieter numa quinta às quatro. Na segunda às seis e meia estavam lá dois rapazes. Romenos, ambos com mais de dez anos em Mazak e DMG. Operadores a sério — não apertadores de botões. Essa semana recuperámos o atraso.

Parece bom de mais. O que correu mal em quatro anos?

Duas coisas. No verão de 2023 um soldador foi-se embora ao fim de três semanas sem dizer nada. A FlexHero teve um substituto em 48 horas, mas aquele momento custou. O Pieter descobriu depois que o homem tinha saudades — desde então fazem uma "conversa da semana 2" para detectar isso. Dois: uma vez mandaram-nos um perfil demasiado júnior. A culpa foi em parte nossa — o briefing não estava certo. O Pieter retirou-o no próprio dia e trabalhou ele as horas extras para acabar a tempo. São coisas que se lembram.

O que fazem de diferente?

Três coisas. Rapidez — quatro horas entre a chamada e uma primeira lista. Conhecimento — o Pieter sabe o que faz uma máquina de 5 eixos. E honestidade: se não têm o perfil, dizem. No ano passado procurava um operador com Hurco específica. Pieter: "Sander, isso não vou encontrar em duas semanas. Quer que procure ou trata você?" Melhor do que mandar alguém que "mais ou menos" sabe.

Quantas pessoas em quatro anos?

Tivemos 18 profissionais únicos no payroll. Seis passaram a efectivos. Hoje temos quatro na fábrica. Um polaco, dois romenos e um português. Todos há mais de um ano connosco.

O que diria a um colega que ainda hesita?

Experimente-os com um pedido real. Não uma pergunta vaga — um problema concreto. Falta de pessoal para amanhã, não para daqui a um mês. Aí vê de que é feita uma ETT. E peça pelo Pieter, não pelas vendas. A diferença é que aqui ainda há um consultor que conhece o ofício.

E o futuro?

Estamos a ver se conseguimos montar um grupo flex fixo — quatro ou cinco pessoas sempre disponíveis para picos, com alojamento via FlexHero. Falamos disso com o Pieter e a Filipa. Vai dar? Não sei. Mas que estamos a falar disso com uma ETT em vez de com um vendedor — já diz alguma coisa.

Na fábrica

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